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Doença pode estar relacionada com o colesterol alto – Freepik/master1305

Pessoas que sofrem com o colesterol alto devem manter uma dieta alimentar específica e praticar exercícios físicos para ajudar a reduzir a substância. Conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), 40% dos brasileiros são afetados pela condição. Mas, mesmo seguindo esse hábito de forma correta, algumas simplesmente não conseguem baixar o nível do chamado colesterol ruim. 

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O que acontece nesses casos tem relação com uma doença genética, chamada hipercolesterolemia familiar. Dani Borges, nutricionista e educadora física, explica que por essa condição não ter cura, o colesterol, consequentemente, não reduz. 

“Essa doença é por conta da inabilidade do nosso fígado em retirar o colesterol ruim do sangue”. Por conta disso, os níveis da substância continuam altos, em que “o exame da pessoa não vai mudar, vai permanecer o mesmo”.

Como a pessoa já nasce com essa condição, Dani explica que a maneira de não agravar uma situação em que o colesterol já está elevado é continuar mantendo – ou começar a aderir – hábitos alimentares saudáveis. “Principalmente evitar o consumo de gorduras ruins, que são as gorduras que a gente encontra na fritura e enlatados”. Inclusive, a nutricionista fala que até mesmo o azeite utilizado para fritar se torna uma gordura prejudicial.

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E os remédios podem ser uma opção? Sim, mas a nutróloga Dra. Ana Luísa Vilela alerta: O tratamento medicamentoso não exclui os bons hábitos para que o colesterol possa ser controlado e tratado. Ela ainda lembra que o sedentarismo não deve fazer parte da rotina. 

Abacates e oleaginosas, por exemplo, são algumas gorduras boas que Dani Borges recomenda para “ajudar a recuperar um pouco ou pelo menos manter a integridade daquele nível marcador de colesterol, sem fazer com que ele piore”

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Além disso, a educadora física orienta a realização de caminhadas longas e leves ajudam a estabilizar o combater os níveis da substância “até mesmo naquelas pessoas que não têm o colesterol hereditário”

O que é aconselhável nesse caso, mesmo sendo hereditário, é sempre fazer exames para acompanhar, sempre acompanhar a alimentação e atividades físicas para não piorar, alerta Dani Borges.

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